Um aplicativo de mensagens foi retirado da Play Store devido a acusações de espionagem

Google Play Store

Tanto China, Rússia e Emirados Árabes Unidos (Emirados Árabes Unidos) nunca foram caracterizados como países onde as liberdades que outros países oferecem são comuns, uma vez que o governo está praticamente atrasado, especialmente em relação à tecnologia nos últimos anos, mas não exclusivamente como é o caso dos Emirados Árabes Unidos e das mulheres.

Como podemos ler no The New York Times, na Google Play Store e na Apple App Store Eles retiraram o aplicativo de mensagens ToTok, uma ferramenta de vigilância secreta usado pelo governo dos Emirados Árabes Unidos para espionar o mundo. Este aplicativo, que está disponível há alguns anos, rastreia todas as ações do usuário, sejam eles residentes dos EUA ou de fora.

O ToTok foi baixado em todo o Oriente Médio, Europa, Ásia, África, América do Norte (Estados Unidos e Canadá) e recentemente foi baixado em um dos aplicativos sociais mais baixados nos Estados Unidos. Segundo o The New York Times, o governo dos Emirados Árabes Unidos conhece "cada conversa, movimento, relacionamento, compromisso, som e imagem" de todos os usuários que usam o aplicativo.

ToTok é uma ferramenta projetado para vigilância em massa, de acordo com a análise técnica realizada por este meio. Ele funciona da mesma maneira que outros aplicativos disponíveis na App Store e na Play Store que rastreiam a localização e os contatos dos usuários.

Por trás do desenvolvimento deste aplicativo está a Breej Holding. De acordo com o The New York Times, é mais provável que seja uma fachada, já que está associada à DarkMatter, uma empresa de hacking de inteligência cibernética com sede em Abu Dhabi composta por funcionários da inteligência dos Emirados Árabes Unidos, ex-funcionários da Agência de Segurança Nacional (NSA) e ex-oficiais da inteligência militar israelense (MOSAF).

Usuários que baixaram o aplicativo eles podem continuar usando sem nenhum problema até que o apaguem de seu dispositivo, já que o Google e a Apple não podem apagá-lo remotamente de seus servidores, embora, se realmente quiserem, possam impedir que continue a funcionar.


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